Prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, morre vítima de câncer linfático

Foto: Reprodução/
TV Globo

O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), faleceu nesta terça-feira (26), aos 74 anos, vítima de um câncer linfático, conhecido como Linfoma não Hodgkin.

Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Mater Dei desde o início de janeiro, quando apresentou um quadro de insuficiência respiratória aguda grave.

O câncer linfático, que levou à morte de Fuad Noman, é uma doença que afeta o sistema linfático e pode se manifestar de forma agressiva ou indolente.

O tratamento especializado e o acompanhamento intensivo são fundamentais, especialmente em casos avançados.  Apesar dos esforços da equipe médica, a gravidade da enfermidade culminou no falecimento do prefeito.

Sucessão 

Com a morte de Fuad Noman, o vice-prefeito Álvaro Damião (União Brasil) assume definitivamente o cargo de prefeito, como previsto pela legislação brasileira.

Álvaro, que já vinha exercendo a função interinamente desde a internação de Fuad, agora tem o desafio de dar continuidade aos projetos da Prefeitura de Belo Horizonte, além dos compromissos de campanha.

Paralelo histórico 

O falecimento de Fuad Noman remete a um outro acontecimento histórico da política brasileira: a morte de Tancredo Neves, eleito presidente em 1985, mas que não chegou a tomar posse.

Assim como no caso de Tancredo, quando o vice José Sarney assumiu a presidência, a sucessão de Fuad destaca a importância das normas constitucionais para assegurar a continuidade administrativa e evitar rupturas institucionais em momentos de crise.

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