Porque somos garrucheiros: Trajano Procopio e Ariosto, pai e filho, dormiram juntos na cela de cadeia

Foto histórica do Congresso das Municipalidades do Nordeste de Minas, realizado em Itabira do Matto Dentro, em 23 de setembro de 1927. O primeiro à direita é Trajano Procopio, que presidiu o congresso como presidente da Câmara Municipal de Itabira. Pouco atrás está o repórter Carlos Drummond de Andrade   

Fotos: acervo Humberto Martins
Pesquisa: Cristina Silveira

A Vila de Utopia oferece esse registro histórico ao nosso queridíssimo Marcelo Procopio, uma carta de seu avô, o Trajano. Para você, querido Procopio (MCS)

Uma absolvição em Itabira do Matto Dentro

Belo Horizonte, 12 – Telegrafama de Itabira de Matto Dentro comunicando que o júri daquele município absolveu unanimemente o pharmaceutico Trajano Procopio, chefe político do distrito de Santa Maria, havendo, por esse motivo, grande regozijo popular.

Foram defensores do pharmaceutico  Procopio os drs. Camillo Filho,  Caio Monteiro de Barros e Olinto de Andrade.

[Correio da Manhã, Rio, 1916.6.13]

O Júri pelo interior. Um julgamento importante em Itabira do Matto Dentro

Na cidade de Itabira do Matto Dentro, Estado de Minas, realizou-se no dia 9 do corrente o julgamento, pelo Tribunal do Júri, do pharmaceutico e chefe político Trajano Procopio de Monteiro, acusado de responsabilidade pelas graves ocorrências, que se deram em Santa Maria, distrito de Itabira, em 24 de junho de 1915.

O julgamento do aludido político chamou ao Tribunal do Juri uma colossal assistência, tendo vindo gente de todos os distritos do município de Itabira, e, bem assim, de vários outros, como Santa Bárbara, Ferros, Conceição, Antonio Dias, Guanhães, etc.

Trajano e Drummond, juntos, no I Congresso das Municipalidades do Nordeste Mineiro, em Itabira

A sessão do júri realizou-se no paço Municipal, presidida pelo dr. Elias Rebello Horta, juiz de Direito em exercício, servindo de promotor o sr. Antonio de Paula Câmara e de escrivão o capitão Minervino Bethônico. A defesa esteve a cargo dos drs. Caio Monteiro de Barros, Olyntho de Andrade e Antonio Camillo.

Lido o processo, às 2 ½ horas teve inicio a acusação, que durou até às 5 horas da tarde.

Pela defesa falou em primeiro lugar o dr. Olyntho de Andrade, antigo advogado de Itabira. Acompanhara o sumário da culpa; sua missão estava finda, e, em termos calorosos, fez apresentação do dr. Caio Monteiro de Barros ao júri de Itabira, recordando a campanha oposicionista, que o mesmo fizera ao passado governo, mantendo sempre a mesma atitude intransigente e cheia de coragem cívica.

Em seguida, teve a palavra o dr. Antonio Camillo, que leu uma brilhante exposição de antecedentes do fato.

Suspensa a sessão, para jantar, e reaberta, tomou a palavra o dr. Caio Monteiro de Barros. Começou  dr. Caio agradecendo os conceitos que sobre sua pessoa expendera o dr. Olyntho Andrade.

Refere-se aos motivos que o levaram à tribuna de defesa, além de outros, a solidariedade com o acusado, cuja intransigência política elogia calorosamente, referindo-se ainda às nobres qualidades de coração que todos lhe reconheciam, fazendo também a apologia da independência, energia e coragem cívica do povo itabirano. Depois de várias considerações, entrou no estudo dos autos.

O dr. Caio estudou, então, meticulosamente, todo o processo. Fez analise da prova testemunhal, depoimento por depoimento, estudou todos os demais elementos do processo, estendeu-se em longas considerações a respeito da matéria jurídica e processual, e evidenciando a inocência do acusado, terminou pedindo  ao júri a sua absolvição.

Houve réplica, finda a qual falou de novo o dr. Caio Monteiro de Barros, refutando a acusação em todos os seus pontos.

Encerrados os debates, e formulados os quesitos, o júri recolheu-se à sala secreta, às 3 horas da madrugada e meia hora depois, voltava absolvendo, por unanimidade o acusado.

A multidão, que enchia o Tribunal e que assistira todos os debates, acompanhou o sr. Trajano Procopio até o hotel.

O nome do senador Ruy Barbosa foi entusiasticamente vitoriado. [C. da Manhã, Rio, 15.6.1916. Do correspondente].

O histórico Ginásio Sul-Americano, fundado por Trajano, Alfredo Sampaio, doutor José de Grisolia e outros itabiranos ilustres foi tombado ao chão na década de 1980 pela incúria dos administradore municipais. No local hoje funciona um restaurante-pizzaria, na Rua Guarda-Mór Custódio

Minas! Itabira do Matto Dentro, Santa Maria

Trajano Procopio de Alvarenga Monteiro, Santa Maria de Itabira, 25 de junho de 1916

Envolvido, por força das circunstâncias, aos graves sucessos que se desenrolaram , na noite de 24 de junho de 1915, em Santa Maria de Itabira do Matto Dentro, lamentáveis sucessos oriundos do fanatismo e da intolerância religiosa, e colhido nas malhas do processo que daí resultou, e adrede preparado por meus inimigos políticos que tomaram parte no ataque aos protestantes, cabe-me o dever imperioso de vir a público, patentear  o meu mais profundo reconhecimento e minha eterna gratidão a todos os meus amigos de Itabira, de Santa Maria, de Ferros, de Santa Bárbara, da Conceição e de outros lugares, pelas mais inequívocas, constantes e carinhosas provas de amizade, de atenções, e confortante solidariedade que prodigalizaram-se, pessoalmente, por cartas, cartões, telegramas; quer durante o longo tempo que guardei o leito, mortalmente ferido, donde sai, graças a Deus, e aos bondosos cuidados e pericia dos meus amigos, caridosos e ilustrados médicos drs. Alexandre Drummond e J. Pedro Rosa e do meu bom amigo e colega pharmaceutico Agenor Guerra, que foi inexcedível nos cuidados a mim dispensado, dia e noite, aos meus inigualáveis irmãos, cunhados, sobrinhos e aos meus dedicadíssimos amigos, que porfiavam emprestar-me o conforto carinhoso de seus serviços; quer durante todo esse lento correr de um ano, em que estive debaixo da ação da justiça, representada pela delegacia de policial e pela promotoria pública, que morosamente, por entre desleixos, caprichos e erros levou um ano a preparar o processo, sujeitando-me a incômodos e vexames, quando os verdadeiros criminosos daquele conflito, passeavam e passeiam impunes, e eu, obrigado a retirar-me, para as fazendas do município de Itabira e de Ferros, para evitar a violência de uma prisão preventiva, caprichosamente requerida, antes de culpa formada.

-Dentre os fazendeiros que acolheram-me com grande simpatia, carinho e verdadeira amizade, declinarei os nomes dos meus distintos e bondosos amigos e parentes, Domingos da Costa Lage, Tobias Coelho Linhares, José da Graça, d. Augusta Lage, Geraldino Lage, d. Antônia Moreira Penna, José Custódio Martins da Costa, pharmaceutico Joaquim Mathias da Silva, d. Joaquina Torres Cruz, Joaquim Martins da Costa Cruz, Diógenes de Alvarenga, José Procopio Torres Monteiro, Virgínio Dias Duarte, Paulo Procopio da Silva Monteiro, Ormindo de Alvarenga, Joaquim Constâncio de Alvarenga e suas distintíssimas famílias.

C. da Manhã, Rio, 15.6.1916.

Apresentando-me à prisão, dez dias antes do julgamento pelo júri, ali permaneci, recebendo as maiores e melhores provas de solidariedade, de dedicadas atenções e de sincera amizade, do grande e generoso povo da civilizada Itabira; brancos e pretos, homens e senhoras, velhos e crianças, todos um a um, porfiavam em demonstrar-me simpatia, cuidados e verdadeiro amor. Durante esses dez dias, nem um só minuto estive só; das sete horas da manha às nove da noite, tinha sempre a meu lado, dez, quinze e mais pessoas e durante a noite, tinha ao canto de minha cama, o meu inseparável amiguinho e companheiro, meu filhinho Ariosto, de nove anos de idade.

As contrariedades e sofrimentos anteriores foram sobejamente compensadas pelo conforto que me levaram ali muitas centenas de visitas dos meus amigos de Itabira, de Santa Maria, de Ferros, de Aliança [Ipoema] e de outros lugares. O que mais penhorou-me o coração, foi a acolhida cavalheiresca e fidalga que o povo de Itabira e de Santa Maria dispensou ao meu distinto e notável advogado dr. Caio Monteiro de Barros, que com um desinteresse e com um devotamento só próprios de um coração bem formado, como não há muitos, veio, de longe, com sacrifícios, pôr-se à frente da defesa de minha causa, espontaneamente e gratuitamente, e pelo fato de julgar boa a minha causa, de sermos parentes, e de comungarmos nas mesmas ideias e princípios políticos e sociais, com uma diferença tão somente, que a esfera de minhas aptidões é acanhada e pequena, e o seu espirito é esclarecido e brilhante, dispensando-me de tecer-lhe elogios, por ser o dr. Caio, que hoje tenho no numero de meus amigos, um nome conhecido no Brasil inteiro. Foram também advogados meus, no sumário, o provecto advogado, meu parente e amigo dr. Olynto H. de Paula Andrade, e no plenário dr. Antonio Camillo Filho, exímio poeta, e no verdor dos anos, já notável advogado, que incumbindo-se da parte moral do processo, produziu uma peça oratória brilhantíssima, que impressionou vivamente à numerosíssima assistência.

O dr. Camillo Filho, que reside, atualmente em Belo Horizonte, veio especialmente para aquele fim, desinteressadamente; a minha gratidão a tão generosos amigos. Meu parente e amigo de sempre José Baptista Martins da Costa foi incansável em promover o meu bem estar; e assim também os meus parentes e amigos velhos pharmaceutico Antonio Camillo de Oliveira, que desde o início do processo , pôs à minha disposição os inolvidáveis serviços de seu querido filho dr. Camillo Filho; pharmaceutico João de Oliveira Torres, Eurico Camillo de Oliveira, Luiz Camillo de Oliveira Penna, Melchíades Pereira, José Cesário de Faria Alvim Sobrinho, dr. Randolpho Castilhos, Fausto Martins da Costa, Francisco de Assis Drummond, Minervino Bethonico, Carlos de Paula Andrade, a todos meu eterno reconhecimento; pedindo perdoarem-me a omissão dos nomes de muitas outras pessoas que prestaram-me carinhosos favores. O meu julgamento que teve início às 11 horas do dia 9 de junho, terminou às 3 ½  da madrugada do dia 10, com uma assistência numerosíssima; vendo-se ali muitas das mais distintas famílias de Itabira; só de Santa Maria vieram mais de cem pessoas assistir ao júri.

Após o julgamento fui bondosamente conduzido para o hotel, onde hospedei-me, acompanhado por mais de trezentos amigos; e dois dias partindo para Santa Maria, onde me aguardava ansiosa a minha mulher e filhos, fui agradavelmente surpreendido, por uma recepção brilhante e estrondosa que comoveu-me intimamente; muitas dezenas de cavalheiros, meus amigos e parentes, foram ao meu encontro; e ao penetrar no arraial, e fiz por entre alas de meninos e meninas,  conduzidos pelas distensíssimas professoras das escolas públicas d. Ignácia Rosa da Silva e d. Ristori Drummond.

À entrada do arraial, em frente à casa de residência de meu parente e amigo Pires Lage, apinhava-se grande multidão, que, ao som da música e de fogos, aclamou o meu obscuro nome e de meu distintíssimo advogado dr. Caio, seguindo-se aí  discursos atraentes e cheios de bondosos e dedicados conceitos, pelas seguintes pessoas: a interessante menina Sebastiana Pires Lage; Cícero Valeriano Cabral; Octávio Couto de Magalhães; Aristono Florêncio da Silva; e José Pires Lage Filho.

Ao chegar à porta de minha residência, fui novamente saudado pela palavra eloquente do meu amigo e colega pharmaceutico Custódio Alvim e do meu amigo José Dias de Oliveira. Respondeu, agradecendo a comovente manifestação, por si e por mim, o dr. Caio, que, ao terminar, foi delirantemente aclamado. Após o julgamento, fui honrado, com a visita do meu distintíssimo e ilustrado amigo dr. Elias Rebello Horta, que serviu de juiz de direito.

Involuntariamente, poderei omitir os nomes de algumas pessoas que honraram-me com seus favores e visitas, durante os dez dias de minha reclusão, do que peço que me desculpe.

Honraram-me ainda os meus amigos de Itabira e Santa Maria não consentindo que eu fizesse despesa alguma; por esta e por outras tão cativantes gentilezas hipoteco-lhes o meu coração agradecido.

Visitaram-me uma e muitas e repetidas vezes as seguintes pessoas:

Coronel José Baptista Martins da Costa e Exma. família; tenente pharmaceutico Antonio Camillo de Oliveira e Exma. família; dr. Olynto H. de Paula Andrade; dr. Caio Monteiro de Barros; dr. Antonio Camillo Filho; José Cesário de Faria Alvim Sobrinho; pharmaceutico João de Oliveira Torres e sua Exma. senhora d. Maria José Torres; Alberico Coelho Linhares; José Machado da Costa Lage; Henoch Pires Horta, por si e por sua Exma. senhora; Adelermo B. Alvarenga; Benedicto da Conceição; Fausto Martins da Costa e sua Exma. família; José Procopio; Antonio do Carmo Martins da Costa; Adhemar Pires Lage; Álvaro de Alvarenga; Custódio Martins da Costa; José Custódio Martins; José Martins da Costa; Manoel Raymundo Duarte e Exma. família; Antonio Caypó Horta Drummond; dr. Alexandre Drummond; Antonio Pires Lage; Paulo Procopio da Silva Monteiro; Etelvino Pessoa; Manoel Procopio Duarte; Manoel Duarte Drummond; Diógenes de Alvarenga; Trajano Pires Lage; Antonio Affonso Chaves; Melchíades Ferreira e Exma. senhora;  João Martins; Mariano Pires Pontes; Antonio Cabral Junior; Pio Cabral; Manoel Candido de Oliveira; Adelino José de Oliveira; Pedro B. de Alvarenga Filho; Francisco de Assis Drummond;  Odilon de Alvarenga Brettas; José Evangelista Martins da Costa; Joaquim Custódio Martins da Costa; César Martins da Costa; Antonio Antunes Cousa; Joaquim José Lage; Randolpho Martins da Costa e Exma. família; Joaquim Constâncio de Alvarenga; Arthur Mendonça de A. Mafra; João Mafra; Ormindo de Alvarenga; João Christiano Nunes; Lucas Procopio da Silva Monteiro; Domingos Lage; Minervino Bethônico; Francisco A. Drummond e Exma. família; Aristeu Candido de Moura; Cristhiano Moreira; Penna; Sebastião Brettas; Francisco Samuel Lage; Vitalino Fructuoso; d. Regina da Conceição Nunes; dona Maria Edwiges; Joaquim Eugenio; Antonio Damásio; José Ferreira da Graça; Romeu Camillo de Oliveira; Ladislau Horta; José Osório de Almeida Junior; José Penna da Silva Torres; d. Maria Barbosa de Magalhães; Genaro Mafra;  Joaquim Gonçalves Couto; Joaquim Martins Torres Cruz; José Amâncio Torres; José Dias de Oliveira; Ernesto Procopio Duarte; José de Alvarenga Brettas; João Monteiro de Oliveira; Avelar Bicudo Alvarenga; Benedicto Dias Duarte; Casimiro Carlos de Andrade; Antonio Procopio Duarte; J.E. Carneys; Braz Martins da Costa e Exma. família; pharmaceutico João Guerra; Raul Martins e Exma. senhora; Clodomiro Bicudo de Alvarenga; Francisco Antonio da Silva; João de Novaes; Antonio J. Aranda; Sebastião Lage de Miranda; Waldemar P. Andrade; dr. Randolpho Castilho; João Prisco; Placidino Leôncio da Silva; José Baptista Filho; Augusto Pinto Coelho; Pedro Tharbes de Magalhães; João Pires P. Coelho; Jovelino Avelino do Amaral; coronel Joaquim Tolentino; ; tenente Antonio Augusto; Oliveiro Pinto Coelho; Raymundo Pinto Coelho; Valeriano Pires Lage; Diogo Pires Pinto; Sebastião Procopio; pharmaceutico Sebastião Pires Pontes; Amâncio Daniel de Oliveira; Arthur Brettas; José Pires Lage; Custódio Pires Pontes; Maurilio Brettas; José Valeriano Cabral; Waldemar Valeriano Cabral; Raymundo Cesário de Macedo; Mario Pacolo; Antonio Muzzi; Abílio Martins Lage; Joaquim Gomes Duarte; Francisco Gomes Duarte; Antonio Pedro Gazire; Custódio Martins da Costa Sobrinho; pharmaceutico Agenor Guerra; João Martins dos Santos; Frederico Carlos de Andrade; Olympio de Andrade Guerra; Austeim Quintão Pesligal; Olynto Augusto da Silva; Anchieta Lage de Miranda; Francisco de Assis Gonçalves Junior; capitão João Baptista Rosa; pharmaceutico Severino Rosa; Joaquim Ferreira dos Santos; Argemiro Procopio; d. América de Oliveira Andrade; d. Amalyses Raymunda Duarte; Paulo José Alves Drummond; Urbano Camillo e Exma. senhora; Lourival Drummond; José Torres; Antonio Gonçalves Couto Magalhães; Antonio Quatorze; João Camillo de Oliveira Torres e Exma. família; Luiz Camillo de Oliveira Penna e Exma. família; senhoras Maria Augusta Drummond e Laura Rosa Bueno; Argental Fernandes Caldas; Venâncio Alves Ferreira; Garcias Theodolino Andrade; João B. Nascimento; d. Delphina Cândida de Jesus; Armindo da Costa Lage; Augusto Pedro da Silva e Exma. família; Mario Martins Lage; João Gaulberto Lage; Sebastião Gonçalves; João Julio de Oliveira Jotta e Exma. família; Octávio Drummond; Hidelbrando Martins da Costa; Custódio Martins da Costa; Laurindo J. Carneiro e Exma. família; Amador de Andrade Lage;  Francisco de Paula Andrade; Sebastião Lage; Geraldino Lage; José Casimiro Drummond; José Agostinho e Souza; Accacio Pires; Luiz Alves dos Santos; Antonio João de Andrade; senhoritas Armenyde Alvarenga Brettas; Maria das Dores Pires Lage; Lastenia de Alvar enga Bretas; Gastão da Costa Lage; Walter Martins de Alvarenga; Fernando Terceiro; José Carvalho de Araujo; Caetano Valladares; Carlos Martins Lage; d. Maria d’Apparecida Horta; Antonio Linhares Guerra; José Avellar A. Guerra; senhoritas Arminda Grigoria Ferreira; Alayde Carmelinda da Silva; José de Carvalho Moreira Penna; Floriano Geremias; João Affonso Pereira de Andrade Junior; Antonio José Diniz; Martinho Lage; José Thiago da Silva; Olindino Brettas; José Martins Teixeira; João Gê Acayaba Drummond; Arthur Guimarães; Otto de Oliveira Penna e Exma. família; José Caetano Xisto; Francisco Grisolia; Francisco Antonio Arabe; José Elias Guerra; d. Baptistina Augusta Pereira; d. Palmyra de Oliveira Moraes; senhorita Zoraida Diniz; senhoritas Rosa Amélia de Andrade e Maria da Conceição Andrade; Raymundo Nonato Souza Pereira; Lafayette de Andrade Lage; Adolpho Martins da Cista; José Casimiro Rosa; Manoel Gonçalves de Oliveira; Gentil Martins de Oliveira; João Alves de Castilho; José Alves de Castilhos; Alfredo O. Sampaio; Carlos de Paula Andrade; Waldetaro Cabral; Carlos Thimoteo; José Barnabé Alves Ferreira; José Felicissimo Alves da Silva; João Baptista Vieira do Carmo; Emilio Ferreira; José Pires Cabral; Maninho Linhares Guerra; Max de Caux; Carlos Bermmann; Joaquim Bethonico; Francisco Osório de Menezes e Exma. senhora, Exmas. cunhadas; senhorita Noeme Menezes; d. Anna Dias Duarte; Theodoro Ferreira; José Bethonico; farmacêutico Jacyntho Martins de Figueiredo; Sebastião Hylario Ferreira; José Hylario Ferreira; Sotero Gonçalves Drummond; Sebastião de Oliveira Torres; d. Alzira Lage Martins; senhoritas Ignez, Clara e Annita Martins Lage; senhorita Favita Martins Lage; João da Costa Lage e Exma. senhora; José Carlos de Andrade; Jorge Miguel; Theodomiro Alves Costa; capitão João Evangelista da Costa Lage; Rodrigo de Andrade Cruz; João Baptista Drummond; Joaquim Valadares; João Gomes Ferreira Santos; João Bicudo de Alvarenga; d. Rita Amâncio Ferreira e netinhos; José da Costa Lage; d. Dina Rodrigues e neta; Francisco Andrade; Francisco Guerra Filho; Wandalo Machado; José da Costa Martins; José Martins da Costa; coronel Francisco Franco de Almeida; Geraldino Moreira; d. Anna de Andrade Cruz; d. Maria Anchieta Lage; José Teixeira; Virgílio de Lima; João Pereira; Custódio Guerra Martins da Costa; Loureiro; Afrânio Martins de Andrade; Francisco Martins de Andrade; d. Leopoldina de Andrade Guerra; Virgílio Augusto; Foscanni; Raymundo Dyonisio; José Pedro de Oliveira Gomes; senhorita Senhorinha Martins da Costa; d. Francisca Frust Lage e Eximas. Filhas e netas; Octavio Lage; Edmundo Danté; João Frust Lage; Emilio dias Duarte e Exma. senhora; Domingos Alves Ferreira; Affonso Freitas; Accacio de Oliveira; Arthur Vidigal; coronel Joaquim Ferreira; Elvinio; Manoel Simões Lopes; d. Joaquina de Jesus; Nhô Lage; Miguel Alves; Cyntho Teixeira de Carvalho; Dirceu Durval de Oliveira; José Teixeira de Carvalho; Felício Alves da Silva; Raul de Alvarenga; d. Rosa Torres de Alvarenga; Clarice Gonçalves de Alvarenga; Jarbas de Alvarenga; Djalma, Oswaldo, Mauro, Ariosto de Alvarenga; Franklin Affonso de Figueiredo; Candido Eliziario Barbosa e Tobias Coelho Linhares.

Por cartas e cartões, visitaram-me: José Nicacio Sant’Iago; coronel João Demetrio; Arthur Orsini de Castro; Silva Gomes & C.; coronel Antoni Augusto; Paulo Camillo de Oliveira Penna e Exma. família; Pio Gonçalves; d. Etelvina Minervina de Mello; dr. Agenor Mafra; dr. Agnel  Mafra; José Mafra; Carlos Freitas e Exma. família; Anastacio Fernandes da Silva; Joaquim José Alvarenga e Exma. família; João Martins Junior; José Leôncio Ferreira; Adelino Augusto Phelippe; Aulizia Mendonça de Alvarenga; Onofre Ribeiro de Almeida; Emilio Fernandes das Mercês; Adalberto B. de Alvarenga; dr. Jordano Mafra; Nico Fontes; Martim Fontes; José Affonso S. Drummond; José Procopio da Silveira; João Francisco de Oliveira; Sebastião Teixeira de Almeida; Deolindo Candido de Almeida; Manoel Ignacio de Oliveira; Antonio de Miranda Cabral; d. Amélia Mendonça de Alvarenga; farmacêutico Custódio de Faria Alvim; Juventino Dias; João Gonçalves; Edmundo Kuhlman; dr. J. P. Rosa; Gilberto B. de Alvarenga e Exma. senhora; coronel Domingos Carvalho; farmacêutico João Dias Duarte; José da Silva Braga; coronel Carlos d’Avilla; Antonio Ferreira da Costa; farmacêutico Otaviano de Oliveira; dr. Alvarenga de Oliveira; coronel João Moura; Raymundo Cesario de Macedo; Osorio Lage e Arthur Procopio.

Santa Maria de Itabira, 25 de junho de 1916.

Trajano Procopio de Alvarenga Monteiro.

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