Palestra sobre violência sexual virtual encerra Semana Maio Laranja em Itabira
Integrante do programa Guardiões da Infância, o policial federal Carlos Frederico Felício fez palestra sobre os riscos de violência sexual no âmbito virtual
Foto: Ascom/PMI
Evento reuniu jovens, profissionais e comunidade para debater proteção da infância e juventude
Aconteceu nesta terça-feira (20), no teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA), o seminário voltado para adolescentes e jovens, realizado como parte da campanha nacional Maio Laranja.
O encerramento da programação teve como destaque a palestra Violência Sexual no Âmbito Virtual, ministrada pelo policial federal Carlos Frederico Felício, integrante do programa Guardiões da Infância.
O encontro reuniu profissionais da rede de proteção, pais e público em geral, que acompanharam as discussões sobre segurança digital e prevenção à violência sexual no ambiente online.
Programação mobilizou rede de proteção e comunidade
Entre os dias 14 e 20 de maio, o seminário promoveu palestras educativas, debates e ações de formação voltadas à defesa da infância e da juventude.
A iniciativa foi organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), em parceria com a Prefeitura de Itabira, por meio das secretarias de Assistência Social e Educação.
Contou também com a parceria do Conselho Tutelar, da Polícia Federal, do programa Guardiões da Infância e de projetos locais como Fazenda da Betânia e CRES@Arte.
Durante a semana, foram discutidos temas como crimes virtuais, segurança digital, riscos das redes sociais, prevenção ao aliciamento online e estratégias de proteção de crianças e adolescentes.
“São assuntos cada vez mais urgentes diante do crescimento do uso da internet entre os jovens”, destacou a secretária de Assistência Social, Nélia Cunha.
Maio Laranja: mobilização nacional
A campanha Maio Laranja tem como propósito sensibilizar a sociedade para a urgência da prevenção e do enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.
As ações buscam fortalecer a rede de proteção e estimular denúncias, envolvendo não apenas jovens e suas famílias, mas também agressões a educadores, profissionais da saúde, da assistência social e da segurança pública.
Nessa tarefa, conselheiros tutelares e toda a comunidade são chamados a participar, reforçando o caráter coletivo dessa mobilização nacional.







